quinta-feira, 18 de julho de 2013 5 comentários

Os planos dos EUA sobre Amazonas.

Os EUA deseja tomar a força o estado dos Amazonas a muito tempo e eles não estão sozinhos para tal.
Os planos dos EUA sobre Amazonas.Livros de geografia nos EUA dizem que a Amazônia não é brasileira, pois todos nós já ouvimos falar que os americanos querem transformar a Amazônia num parque mundial com tutela da ONU, e que os livros escolares americanos já citam a Amazônia como floresta mundial...

Pois chegou a nossas mãos o livro didático "Introduction to geography" do autor David Norman, livro amplamente difundido nas escolas públicas americanas para a Junior High School (correspondnete à nossa sexta série do 1ºgrau).

Olhem o anexo e comprovem o que consta a página 76
deste livro e veja que os americanos já consideram a Amazônia uma área que não é território brasileiro, uma área que rouba território de oito países da América do Sul e ainda por cima com um texto de caráter essencialmente preconceituoso...

O BRASIL JÁ FOI INVADIDO PELOS EUROPEUS QUERENDO RETIRAR OS TESOUROS DA NOSSA NAÇÃO E CONSEGUIRAM LEVAR MUITOS, POIS OS INDIEOS NÃO TINHA UMA FORÇA DE IGUAL TEOR CONTRA OS INVASORES, ENTÃO HOJE E HISTORIA É DIFERENTE! O BRASIL TEM FORÇA SUFICIENTE PARA DEFENDER O NOSSO QUERIDO ESTADO DA AMOZONAS. POIS O PASSADO FICARÁ SOMENTE NO PASSADO, E NÃO IRÁ VOLTAR PARA O PRESENTE.

EXISTEM MUITO MAIS DE 20 BASES MILITARES DOS EUA NA COLOMBIA E ESSE PAÍS FAZ DIVISA JUSTAMENTE NA AMOZONIA...

UMA DAS ESTRATEGIAS DA INVASÃO ESTRAGEIRA NA AMOZONIA:



Introdução

Em outubro de 2004 o comandante e general-de-brigada Marco Aurélio Costa Vieira recebeu o jornalista Javier Godinho para uma discussão:

A Internacionalização da Amazônia.
O General Marco Aurélio demonstrou através de documentos, imagens, e informações do exército brasileiro que confirmam plenamente que o Brasil corre o risco de perder 56% de seu território, e justamente a maior riqueza intacta mineral, petrolífera, fauna e flora e principalmente água potável que será o grande problema mundial daqui alguns anos.
Da água potável ainda existente no planeta, 11% corre-nos 23 mil quilômetros de rios navegáveis da maior bacia hidrográfica do mundo, responsável por dois terços do potencial hidrelétrico do Brasil.

Como seria o Brasil sem a Amazônia? Veja os números...

O general Marco Aurélio demonstrou um mapa mostrando como seria o Brasil sem a Amazônia. Já pensarem nisso algum dia?

Então veja: de um lado 5,1 milhões de quilômetros quadrados perdidos, o mais promissor do presente e o mais rico do futuro desse país, atualmente semiabandonados pelos governos e pela população, com apenas 4 habitantes por quilômetro quadrado, 12% da representação política e US$ 2.059,00 de renda per capita. Do outro, horrível no formato, os 3,4 milhões de quilômetros quadrados que nos sobrariam, com 40 habitantes por quilômetro quadrado, 88% da representação política e US$ 4.955,00 de renda per capita.

Dentro da Amazônia brasileira cabem nada mais nada menos de 17 países europeus dentre eles - Bélgica, Alemanha, Eslováquia, Áustria, Albânia, Portugal, Itália, Bósnia, Inglaterra, França, Espanha, República Tcheca Holanda e a Suíça.

Com certeza, grupos suspeitos, cada vez maiores, de várias dessas nações já se estabeleceram, se movimentando e realizando ações escusas no território amazônico.

"Eles Levam Nossas Riquezas"
O general Marco Aurélio, que viveu 5 anos no Comando Militar da Amazônia, não acredita ainda que exista mesmo um movimento organizado para tomar a Amazônia. Mas destaca que há grandes interesses de potências econômicas, pois já atuam individualmente. Há grande número de estrangeiros dentro de nossa Amazônia. São mais de 600, entre ONGs, instituições religiosas, cientificas e culturais.

Este levantamento foi feito pelo exercito brasileiro. Tais instituições atuam entre a população branca pobre e os índios. E o mais grave: está levando nossa riqueza de todo o tipo.
È inacreditável que estão nos cercando 20 bases militares dos Estados Unidos, a título de combater o narcotráfico e a guerrilha.

Depois desta reportagem você acredita que estão combatendo mesmo o narcotráfico ou estão de olho nesta região?

Na operação Timbó, realizada pelas forças armadas, foi detectado um contrabando de mogno realizado por representantes de empresas estrangeiras, que para tanto, usam caboclos e índios brasileiros para marcar as melhores árvores, e a seguir arrancados por tratores as arrastavam para o território peruano.

Um dado importante mostra sem dúvida a presença marcante de estrangeiros no nosso território: O governo da Guiana Francesa paga um salário por criança nascido no Brasil, que ali seja registrada, para retornar ao nosso país, mas com cidadania daquele departamento ultramarino da França.
O general destaca o trabalho dos pelotões de fronteira, praticamente única presença brasileiro na área.
Essas unidades militares são procuradas para por índios e caboclos em busca de assistência de todo tipo, inclusive médica.

O Brasil Inteiro Contra o Mundo


O general Marco Aurélio busca com muita apreensão despertar a consciência nacional para a necessidade de ocupação racional, de fato, pelos brasileiros, da Amazônia, onde a cobiça estrangeira cada vez mais estende seus tentáculos.

Dos seus documentos, imagens e de sua experiência como Comandante Militar da Amazônia por 5 anos, contam opiniões manifestadas por vários "donos do mundo" que passaram pelas nações mais ricas da Terra sobre a posse da Amazônia pelo Brasil.
Vejamos tais declarações dos "donos do mundo":

Margareth Thatcher, primeira ministra do Reino Unido (Inglaterra) em 1983:

"Se os países subdesenvolvidos não conseguem pagar suas dividas externas, que vendam suas riquezas, seus territórios e suas fábricas."

John Major, Primeiro ministro sucessor de Thatcher, líder do Partido Conservador inglês, em 1992:
"As nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum de todos no mundo. As campanhas ecológicas sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandista para dar inicio a uma fase operativa, que pode definitivamente engajar intervenções militares sobre a região."

François Mitterrand, primeiro socialista presidente da França em 1989:
"O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia".

Mikhail Gobachev, estadista que liderou o fim do regime comunista e a volta do mundo socialista à economia de mercado:

"O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes."

Patrice Hugles, chefe do órgão central de informações das Forças Armadas Americanas:
"Caso o Brasil resolva fazer um uso da Amazônia que ponha risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos de estar prontos para interromper esse processo imediatamente".

Al Gore, vice-presidente Americano:

"A Amazônia não é dos brasileiros".


A CIA " Agência de Investigação Criminal Americana " Está na Região desde 1996


A opinião dos Estados Unidos pode ser encontrada nesta fala de Henry Kissinger, diplomata que foi assessor da Casa Branca e secretário de Estado, prêmio Nobel da Paz em 1973:
"Os países industrializados não poderão viver da maneira como existiram até hoje se não tiverem à sua disposição os recursos naturais não renováveis do planeta. Terão que montar um sistema de pressões e constrangimentos garantidores da consecução de seus direitos".

Em 1996, Madaleine Albright, secretária de Estado dos Estados Unidos, revelou:
"Atualmente, avançamos em uma ampla gama de políticas, negociações, e tratados, em colaboração com programas da ONU, diplomacia bilateral e regional, distribuição de ajuda humanitária aos países necessitados e crescente participação da CIA em atividades de inteligência ambiental"
Ao bom entendedor já está claro que a CIA está na Amazônia, onde as ONGs e tantas outras instituições com rótulos de cientificas e culturais e defensoras do meio ambiente atuam de mil e uma maneiras.


A História Não Deixa Mentir


No começo do século 20 a então poderosa Alemanha comunicou ao Barão de Rio Branco:
"Seria conveniente que o Brasil não privasse o mundo das riquezas naturais da Amazônia"
A competência desse diplomata brasileiro extraordinário e patriota maior ainda abortou as tentativas de invasões estrangeiras, disfarçadas sob o argumento de que o Brasil não teria condições de explora-la e a humanidade não poderia se privar de desfrutar da Amazônia.


O Brasil já repeliu a tentativa do Hudson Institute de junta as águas dos maiores rios do mundo para formar o Grande Lago Amazônico.


O Racista notório americano general James Watson Webb, ministro de Washington, elaborou um plano para que a Amazônia fosse destinada aos negros norte-americanos, evitando que se repetissem as condições socioeconômicas que levaram o pais à Guerra de Secessão.
A companhia Amazon River Corporation tinha a finalidade de colonizar a Amazônia.

No principio do século 20, o Presidente Epitácio Pessoa ouviu, estarrecido, em Genebra a proposição do presidente americano Wilson um plano de Internacionalização da Amazônia.

No Japão vicejou a tese de que filhos de soldados americanos com japonesas durante a 2ª guerra mundial deveriam ser mandados para a Amazônia.

O presidente Eurico Gaspar Dutra rechaçou as propostas norte americanas de enviar para a Amazônia excedentes populacionais de Porto Rico e 200 mil refugiados árabes da palestina.
O general Juarez Távora denunciou as escandalosas concessões pretendidas pela Amazon Corporation of Delaware e a The CnadianAmazon Corporation Co. de extrair as riquezas nacionais amazônicas.

Em 1993 o ex-presidente José Sarney denunciava a concentração de tropas norte americana na Guiana, no Suriname e na Venezuela. Hoje, é público e notória a presença de militares dos EUA no Equador, Peru, Paraguai e na Colômbia, a título de combater o narcotráfico e a guerrilha.

É um cinturão de 20 bases que se encomprida e se alarga, fechando o cerco.
E quem pensa que essa ambição internacional é típica dos governos, da qual estão isentas as instituições que afirmam agir na Terra em nome dos Céus ofereceram mais um quadro, o Conselho Mundial de Igrejas Cristãs, que em 1981, manifestou o seguinte em Genebra:

"A Amazônia é u patrimônio da humanidade. A posse dessa área pelo Brasil, Venezuela, Equador e Colômbia, é meramente circunstancial".

Pior do isso só o cartão muitas vezes encontrado até em forma de guardanapo de papel em restaurantes em Londres, cuja tradução do inglês é esta:
"Lute pela floresta. Torre um brasileiro."


Conclusão


Diante do quadro que acabamos de colocar a disposição de qualquer um cidadão brasileiros para refletir sobre a verdade que ocorre na questão da ocupação da Amazônia, ficamos estarrecidos com a reportagem que saiu no DM.

Como educador e biólogo não posso de a partir de agora levar aos meus alunos esta questão para refletirem sobre a soberania nacional.

Também gostaria de deixar bem claro que este tipo de matéria deveria estar em destaque em todos meios de comunicação para o livre pensar de cada cidadão sobre a nossa riqueza que está na Amazônia.

Assim sendo, espero que um dia não só os educadores que tiverem acesso a este documento, mas que os verdadeiros políticos que honram este País, possam ter mais vontade política de acabar com essa ideia de ocupação, desenfreada da Amazônia e que esses inescrupulosos "donos do mundo" possam estar mais preocupados em fazer uma política mais humana, sustentável e também estar preocupados com a melhoria da qualidade de vida de cada habitante deste planeta...


sábado, 6 de julho de 2013 0 comentários

20 belíssimas imagens da natureza capturadas no momento exato


Sem dúvida essa galeria trará um brilho nos seus olhos tanto pela beleza quanto pela fofura que elas trazem. Confira o post completo! :D



















quinta-feira, 4 de julho de 2013 1 comentários

Russos reviveram corpos nos anos 40?

Cientistas soviéticos realmente mantiveram viva uma cabeça de cachorro decepada nos anos quarenta? Aqueles Frankensteins Stalinistas enlouquecidos continuaram então para criar um cão de duas cabeças em 1954? (Isto é, se “duas cabeças” for correto – era mais como duas cabeças, seis patas e um torso e meio).

splash104 fortianismo destaques ciencia
E, esqueça os Soviéticos, o que dizer do cérebro de macaco que um cirurgião de Cleveland transplantou de
um primata a outro? Seriam todas essas fraudes da Internet, ou a única evidência conhecida de um tema demasiado tabu para ser levado a sério – a pesquisa em transplantes de cabeça e cérebro que está sendo conduzida há décadas?

Tudo isso começou há algumas semanas, enquanto navegava pelo arquivos Prelinger. Acabei encontrando o filme Experimentos na Ressuscitação de Organismos, que alega mostrar uma experiência soviética de 1940 em que a cabeça de um cão foi mantida “viva” após ter sido removida de seu corpo. Se você ainda não o viu, tenha cuidado – não é para os sensíveis. E eu também poderia dizer de pronto que sou contrário à remoção e reanimação de cabeças, mesmo que para fins científicos ou culinários. Por mais fascinante que possa ser, ainda é tortura. É uma coisa manter os pulmões de um cão funcionando fora do corpo morto, e uma outra completamente diferente manter a consciência e percepção de dor em uma cabeça decepada. Talvez o horror imaginado disto é o que manteve esta pesquisa relegada ao status de ficção científica e fraudes por tanto tempo.

                                                                    

 
E sobre esse sujeito, Bryukhonenko, ele existiu mesmo? A resposta é positiva. Inventou o autojector, a máquina de circulação artificial mostrada no filme, e era uma figura bem conhecida no campo da biologia humana anos 30 e 40. O website do National Institute of Health tem índices de artigos referenciando seu trabalho, incluindo este artigo de 1969 que descreve (em Russo) algo do mesmo trabalho mostrado neste filme. Enquanto eu não pude encontrar nenhum artigo escrito pelo próprio Bryukhonenko, eu também não procurei usando caracteres cirílicos ou fui a uma biblioteca médica para buscar os artigos que são referências no website do National Institute of Health.

Bryukhonenko não esteve sozinho em seu fascínio em trazer coisas mortas de volta à vida. Como se pode esperar de um país que perdeu seis milhões de pessoas contra os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, a ciência da ressuscitação era algo como uma obsessão científica e médica. O Instituto para Fisiologia e Terapia Experimentais, onde as experiências de Bryukhonenko com cães ocorreram, foi fundado em 1936 por Vladimir Negovsky, um doutor soviético que passou muito dos anos quarenta nas linhas do front da guerra com equipes de ressuscitação, trabalhando para reviver soldados soviéticos que estavam sangrando até a morte, e em alguns casos, já tinham sangrado até a morte. O trabalho de Negovsky anterior à guerra envolveu experiências com cães, e Bryukhonenko era apenas um de muitos cientistas soviéticos trabalhando neste campo.
Em 1965
1, Negovsky definiu sua peculiar especialidade científica como “Reanimatologia.” De seu obituário:
“Negovsky foi capaz de desenvolver a reanimatologia como uma nova disciplina médica na União Soviética e treinou e tutorou diversas gerações de “reanimatologistas” nos países comunistas, para quem a anestesiologia, tratamento de emergência fora do hospital e outras práticas clínicas intensivas se transformaram em sub-especialidades da reanimatologia. Cada hospital da Rússia e ex-repúblicas soviéticas tem um Departamento de Reanimatologia comandado em sua maior parte por pessoas treinadas por Negovsky.”
cheryldogs fortianismo destaques ciencia Bryukhonenko também teve seus próprios protégés, mais notavelmente Vladimir Demikhov, que em 1954 supostamente ligou uma segunda cabeça a um cão vivo. Você pode ver clipes de suas experiências aqui. A melhor visão da criatura de Demikhov está no sexto clipe (marcado com o número “005”).
É difícil ultrapassar a estranheza de um cachorro de duas cabeças, mas o cavalheiro ímpar que narra Experimentos na Ressuscitação de Organismos também tem uma história passada bizarra. JBS Haldane era um biólogo e geneticista escocês influente que apostou sua substancial reputação no trabalho de Bryukhonenko. Neste filme, Haldane afirma ter visto estas experiências com seus próprios olhos.
Haldane começou na genética criando cobaias para seu pai cientista e agindo ele mesmo como cobaia de vez em quando. Da entrada sobre Haldane no Stephen Jay Gould Archive:
“Em um episódio de sua infância, o pai de Haldane o fez recitar um longo discurso de Shakespeare nas profundezas de uma mina para demonstrar os efeitos de gases ascendentes. Quando o menino sufocado finalmente caiu no chão, descobriu que poderia respirar o ar lá, uma lição que lhe serviu bem nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial. Um homem corajoso, de 200 libras, Haldane continuou a tradição familiar de usar seu próprio corpo para testes perigosos. Em uma experiência, bebeu quantidades de ácido hidroclórico para observar seus efeitos na ação dos músculos; outra vez exercitou-se até a exaustão enquanto media a pressão do dióxido de carbono em seus pulmões.” Sua disposição para a auto-experimentação permaneceu. Em suas experiências com câmaras de descompressão, ele e seus voluntários sofreram tímpanos perfurados, mas, como Haldane escreveu em seu livro O que é a vida, “o tímpano geralmente sara; e se um furo permanecer, embora fique um tanto surdo, pode-se soltar fumaça de cigarro pela orelha em questão, o que é uma realização social”.
Haldane era um verdadeiro homem do renascimento; falava muitas línguas, escreveu extensamente sobre história e política, e fez contribuições importantes à química, biologia, matemática e genética. Ele remodelou a biologia evolucionária moderna com seus estudos sobre a genética populacional.  Seu interesse em genética e biologia influenciou seu livro e ensaio de 1924, Daedalus, ou Ciência e o Futuro, que imaginava um dia em que as pessoas controlariam sua própria evolução com a ectogênese – o cuidado e alimentação de bebês de proveta.
                                                 O Cachorro Russo de 2 Cabeças

woman head b fortianismo destaques ciencia Daedalus criou uma grande sensação em 1924, e Bertrand Russell ficou tão impressionado com suas implicações que escreveu seu próprio livro, Ícaro ou o Futuro da Ciência como resposta. Um outro escritor e amigo de Haldane chamado Aldous Huxley também foi inspirado por Daedalus e a resposta de Russell o suficiente para basear seu próprio romance de 1932, Admirável Mundo Novo, nas questões levantadas por Haldane e Russell.
Dez anos antes, Huxley tinha usado seu amigo Haldane como a inspiração para o personagem Shearwater em seu romance Antic Hay (1923), como “o biólogo demasiadamente absorvido em suas experiências para notar seus amigos dormindo com sua esposa.”
Haldane foi um marxista comprometido durante boa parte de sua carreira, que é porque nós o encontramos narrando um filme distribuído pelo Conselho Nacional de Amizade Americano-Soviética. Mas ao fim da Segunda Guerra, Haldane rompeu com o marxismo e mudou-se para a Índia para continuar seus estudos e escritos até sua morte em 1964.
Talvez você esteja pensando que poderia haver algo em todo este negócio de remoção de cabeças lá na U.R.S.S., mas não poderia possivelmente acontecer nos EUA, com sua longa história de práticas médicas em sua maior parte éticas.
Pense de novo.
Nos anos sessenta e setenta, o Dr. David Gilboe da Universidade de Wisconsin removeu os cérebros de mais de quarenta cães, removendo seu sangue para sufocá-los, e revivendo-os em seguida bombeando o sangue de volta, não muito diferente das experiências de Bryukhonenko nos anos trinta e quarenta. Medindo a atividade dos cérebros do cão com um eletroencefalógrafo, Gilboe concluiu que era possível manter os cérebros de cachorro funcionando por aproximadamente duas horas fora do corpo. Ao contrário de Bryukhonenko, Gilboe não estudava a ressuscitação de organismos – ele estudava a química do metabolismo do cérebro durante o processo de sufocação e recuperação. E que maneira melhor de fazer isso que removendo dúzias de cérebros de cachorro. Um artigo de Gilboe foi publicado em abril de 1973 no The Journal of Biological Chemistry, e um pdf dele pode ser baixado aqui, ou você pode ver um sumário do artigo como uma página web aqui.
Um índice de um artigo de 1964 por Gilboe e outros dois cientistas intitulado “Perfusão extracorpórea da Cabeça de Cão Isolada” pode ser visto aqui, mas você precisará se registrar para ler o índice.
Gilboe permaneceu fiel à tradição soviética de remoção de cabeça de cachorros, mas um outro cientista do meio-oeste americano começou com cães e passou então para o próximo degrau evolucionário. Nos anos sessenta um neurocirurgião de Cleveland chamado Robert J White juntou um cérebro de cachorro isolado a um segundo cachorro para ver se poderia ter alguma ação do cérebro recentemente desabrigado. A experiência foi um sucesso, se você considerar um cão com dois cérebros funcionando um “sucesso,” como White o fêz. Mas esta experiência foi meramente um aquecimento para a experiência mais notória de White, na qual ele transplantou a cabeça de um macaco para o corpo de outro macaco. Quando a cabeça de macaco recentemente incorporada tentou morder o dedo de um pesquisador, diz-se que a equipe inteira de White vibrou. Você pode ver o índice desta experiência, intitulado “Transplante de Troca Cefálica no Macaco” aqui.
White estava a mil, e tudo estava pronto para tentar o conceito no Homo Sapiens, quando algo ou alguém entrou em ação e pôs fim a tudo. Mas não antes que ele de algum modo tivesse mexido com alguns cérebros humanos:
“Nós descobrimos que você pode manter um cérebro humano vivo sem nenhuma circulação,” disse ele. “Está morto para todos
fins práticos — por mais de uma hora — e então você o traz de volta à vida. Se você quer algo que é um tanto ficção científica, então, camarada, só pode ser isto!
robert white fortianismo destaques ciencia Talvez seja por isto que White foi indicado mais tarde como um conselheiro para o Comitê em Bioética do Papa João Paulo II. Talvez o Papa não soubesse de Craig Vetovitz, um ciclista paralisado amigo de White que espera pacientemente que o doutor remova sua cabeça a ligue a um corpo funcionando. Ou talvez o Papa soubesse de tudo isso, e é por isso que ele está no comitê. Todo fica muito confuso. Você pode ler mais sobre White aqui.
Talvez histórias como esta sejam a razão porque o transplante de cabeça e cérebro não é tomado a sério. Assim que você chega ao cenário de pessoas escolhendo corpos de outras pessoas para carregar suas cabeças por aí, fica um pouco difícil parar de rir. Mas não é nada engraçado para alguns. (E não, eu não estou me referindo a Walt Disney, cuja cabeça, ao contrário da crença popular, nunca foi congelada esperando um corpo e dias melhores.)

Se você achou tudo isso estranho, leia sobre a Teoria do Astronauta Russo Morto no Espaço. 
 

 



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Mundo sofreu aumento de extremos climáticos na década passada

Informação é de relatório da Organização Meteorológica Mundial, da ONU. Número de mortes em desastres climáticos cresceu 20% entre 2001 e 2010.

Em 2005, o furacão Katrina destruiu Nova Orleans e mostrou a vulnerabilidade dos Estados Unidos (Foto: AFP/arquivo)Em 2005, o furacão Katrina destruiu a cidade de Nova Orleans, nos Estados Unidos (Foto: AFP/arquivo)
A década passada registrou um aumento sem precedentes de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, secas e inundações, além da aceleração do aquecimento global. A conclusão é de um relatório divulgado nesta quarta-feira (3) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência da ONU.
Segundo informações da Reuters, todos os anos da década, exceto 2008, estiveram entre os dez mais quentes já registrados desde 1850. O ano de 2010 foi o mais quente de todos. O número de dias com recordes de temperatura máxima também superou amplamente os recordes de mínimas.
A agência da ONU informa que o número de vítimas de extremos climáticos como as ondas de calor que atingiram a Europa em 2003 e a Rússia em 2010, furacões como o Katrina, nos Estados Unidos, e ciclones, como o Nargis em Mianmar, aumentou 20% em relação à década anterior (1991-2000), totalizando 370 mil mortes entre 2001 e 2010.
Segundo a organização, as inundações foram os eventos extremos mais frequentes na década.
O texto diz que muitos desses eventos climáticos podem ser explicados por variações naturais - secas e tempestades excepcionais aconteceram ao longo de toda a história -, mas que o aumento das emissões humanas de gases do efeito estufa também contribuiu.
“O clima se aqueceu consideravelmente entre 1917 e 2010 e o ritmo do aumento das temperaturas em 10 anos, sobre os períodos 1991-2000 e 2001-2010, não tem precedentes”, comentou Michel Jarraud, secretário-geral da OMM, à AFP.
“As concentrações crescentes de gases de efeito estufa, que retêm o calor, estão transformando nosso clima, com as mudanças que isso implica para o meio ambiente e os oceanos”, acrescentou Jarraud.

 

quarta-feira, 3 de julho de 2013 0 comentários

Festival que incentiva consumo de carne de cães gera polêmica na China

Animais foram colocados em gaiolas para venda em regiões do país.
Dez milhões de cães são mortos por ano para que a carne seja consuimida.

Cão espera para ser vendido em um mercado em Yulin no sul da China (Foto: Humane Society International/ AP) 
Cão espera para ser vendido em mercado popular de Yulin, na China (Foto: Humane Society International/ AP)
Fornecedores cortam a carne em um mercado em Yulin (Foto: Humane Society International/ AP)Fornecedores cortam a carne em mercado popular
de Yulin (Foto: Humane Society International/ AP)
A China é um país repleto de tradições consideradas um tanto estranhas para o mundo ocidental.
Entre elas está a realização de um festival dedicado ao consumo de carne de cachorro, que aconteceu no sul e no nordeste do país no último domingo (23) e que foi alvo de inúmeros protestos dos amantes dos animais.
Imagens divulgadas pela agência de notícias Associated Press mostram os cães em gaiolas, prontos para serem vendidos e, em seguida, abatidos para que a carne se torne iguaria gastronômica.
De acordo com a organização não-governamental Humane Society International, anualmente ao menos 10 milhões de cães são caçados e mortos para consumo humano.
Na semana passada, voluntários vestidos com roupas representando animais promoveram evento em favor dos cães. Eles alegam que a festa promove a crueldade animal, além de causar preocupações referentes à segurança alimentar.
A carne de cachorro não é amplamente consumida na China, mas pode ser encontrada em restaurantes de todo o país, onde às vezes é considerada uma especialidade.

 

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Abaixo-assinado NÃO À USINA DE BELO MONTE!

Para:Presidente da República, Supremo Tribunal Federal

A construção da Usina de Belo Monte é um crime contra o ecossistema, a população ribeirinha local e a comunidade indígena que habita a região do rio Xingú. Os dados fornecidos para implementação desta úsina é mentirosa! Sabemos que esta construção não vai suprir a necessidade de energia necessário para o Brasil, pois, durante o regime de seca não haverá produção de energia por um período de seis meses, ou mais! Vejam os dados abaixo, fornecidos por pesquisadores da EMBRAPA:
"a construção da hidrelétrica irá provocar a alteração do regime de escoamento do rio, com redução do fluxo de água, afetando a flora e fauna locais e introduzindo diversos impactos socioeconômicos. Outro fator que pesa nas argumentações contra a construção é que a obra irá inundar permanentemente os igarapés Altamira e Ambé, que cortam a cidade de Altamira, e parte da área rural de Vitória do Xingu. A vazão da água a jusante do barramento do rio em Volta Grande do Xingu será reduzida e o transporte fluvial até o Rio Bacajá (um dos afluentes da margem direita do Xingu) será interrompido. Atualmente, este é o único meio de transporte para comunidades ribeirinhas e indígenas chegarem até Altamira, onde encontram médicos, dentistas e fazem seus negócios, como a venda de peixes e castanhas.
A alteração da vazão do rio, segundo os especialistas, altera todo o ciclo ecológico da região afetada que está condicionado ao regime de secas e cheias. A obra irá gerar regimes hidrológicos distintos para o rio. A região permanentemente alagada deverá impactar na vida de árvores, cujas raízes irão apodrecer. Estas árvores são a base da dieta de muitos peixes. Além disto, muitos peixes fazem a desova no regime de cheias, portanto, estima-se que na região seca haverá a redução nas espécies de peixes, impactando na pesca como atividade econômica e de subsistência de povos indígenas e ribeirinhos da região. De resto, as análises sobre o Estudo de Impacto Ambiental de Belo Monte feitas pelo Painel de Especialistas, que reúne pesquisadores e pesquisadoras de renomadas universidades do país, apontam que a construção da hidrelétrica vai implicar um caos social que seria causado pela migração de mais de 100 mil pessoas para a região e pelo deslocamento forçado de mais de 20 mil pessoas. Tais impactos, segundo o Painel, são acrescidos pela subestimação da população atingida e pela subestimação da área diretamente afetada"
Sendo assim é um projeto é inviavel! Vamos lutar contra esse crime!!

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